Por que você nasceu? Já se fez essa pergunta alguma vez?
Se já pensou sobre isso e ainda não teve resposta, preste atenção na história que vamos contar.
Trata-se de uma velhinha que havia perdido toda sua família na guerra. Vendeu a grande casa que possuía e morava agora num pequeno cômodo no canto da sua antiga propriedade.
Um dia ela soube que um jovem de 17 anos tentara o suicídio jogando-se no mar.
O rapaz era metade negro, metade japonês, e fora salvo pela polícia contra sua vontade. Estava cheio de ódio, revolta e total desespero.
A velhinha foi à polícia e pediu permissão para ver o moço. Tendo em conta a pessoa que era, os policiais a deixaram falar com ele.
- Menino, disse ela. O rapaz voltou-lhe a face mas permaneceu sentado, feito pedra, indiferente a tudo e a todos.
A velhinha tornou a falar-lhe, suavemente, lentamente, e com muito carinho:
- Menino, então você não sabe que veio ao mundo para algo maravilhoso, que só você pode fazer?
Depois de ter repetido isso várias vezes, Jorge voltou-se subitamente para ela e perguntou com ironia:
- Um negro? Um filho que não tem pais?
Calmamente a velhinha insistiu:
- Porque é negro, porque não tem pais, é que pode fazer algo maravilhoso.
O jovem riu e considerou:
- Sim, é claro. E a senhora quer que eu acredite nisso?
Mas a senhora não se perturbou e falou-lhe novamente:
- Venha comigo e eu lhe mostro.
O rapaz, um tanto desconfiado, resolveu acompanhá-la, afinal não tinha para onde ir...
Ela levou-o para seu pequeno cômodo e pediu-lhe que cuidasse do jardim. Era uma vida simples, mas aquela mulher o tratava com muito amor.
Pouco a pouco a revolta começou a ceder. A velhinha lhe deu sementes de rabanete e lhe pediu que semeasse. Ele atendeu.
Em dez dias as plantinhas brotaram. Jorge começou a assobiar. Poucos dias depois os rabanetes apareceram e com eles a velhinha fez conservas deliciosas e deu a seu jovem amigo.
Um dia, com um pedaço de bambu, ele fez uma flauta. Passou a tocar e alegrar sua própria vida e dar grande felicidade à velhinha...
Pouco tempo depois, sua avó adotiva o fez matricular-se no colégio. Durante os quatro anos do ginásio, continuou a plantar vegetais, e ajudava também fazendo artigos de couro.
Enquanto freqüentava a universidade à noite, Jorge ajudava nas obras do metrô. Formou-se e foi trabalhar numa escola para cegos.
Seus alunos tocavam com as mãos os ombros fortes e jovens de Jorge e diziam:
- Oh, você é tão grande, tão forte! É porque seu peito é largo que você tem fôlego para tocar a flauta, não é? Quando você toca, consigo entender a forma e as cores de uma porção de coisas.
Após ouvir aquelas coisas de seus alunos cegos, Jorge finalmente chegou em casa e falou à velhinha:
- Agora realmente acredito que há algo maravilhoso que só eu posso fazer.
E aquela senhora, de cabelos alvos respondeu:
- Sim, meu filho, todos nós temos uma razão para viver. Todos nascemos para uma tarefa muito especial que só nós podemos executar.
E, por fim, perguntou ao jovem:
- E se você não fosse negro e não fosse órfão, será que teria pena dos que não enxergam?
MINHA CAMINHADA
Sei que na minha caminhada tem um destino e uma direção, por isso devo medir meus passos, prestar atenção no que faço e no que fazem os que por mim também passam ou pelos quais passo eu...
Que eu não me iluda com o ânimo e o vigor dos primeiros trechos, porque chegará o dia em que os pés não terão tanta força e se ferirão no caminho e se cansarão mais cedo...
Todavia, quando o cansaço houver, que eu não me desespere e acredite que ainda terei forças para continuar, principalmente quando houver quem me auxilie...
É oportuno que, em meus sorrisos, eu me lembre de que existem os que choram, que, assim, meu riso não ofenda a mágoa dos que sofrem: por outro lado, quando chegar a minha vez de chorar, que eu não me deixe dominar pela desesperança, mas que eu entenda o sentido do sofrimento, que me nivela, que me iguala, que torna todos os homens iguais...
Quando eu tiver tudo, farnel e coragem, água no cantil, e ânimo no coração, bota nos pés e chapéu na cabeça, e, assim, não temer o vento e o frio, a chuva e o tempo.
Que eu não me considere melhor do que aqueles que ficarão atrás, porque pode vir o dia em que nada terei mais para minha jornada e aqueles, que ultrapassei na caminhada, me alcançarão e também poderão fazer como eu fiz e nada de fato fazer por mim, que ficarei no caminho sem concluí-lo...
Quando o dia brilhar, que eu tenha vontade de ver a noite em que a caminhada será mais fácil e mais amena; quando for noite, porém e a escuridão tornar mais difícil a chegada, que eu saiba esperar o dia como aurora, o calor como bênção...
Que eu perceba que a caminhada sozinho pode ser mais rápida, mas muito mais vazia...Quando eu tiver sede, que encontre a fonte no caminho, quando eu me perder, que ache a indicação, a seta, a direção...
Que eu não siga os que desviam, mas que ninguém se desvie seguindo os meus passos...Que a pressa em chegar não me afaste da alegria de ver as flores simples que estão a beira da estrada, que eu não perturbe a caminhada de ninguém, que eu entenda que seguir faz bem, mas que, às vezes, é preciso ter-se a bravura de voltar atrás e recomeçar e tomar outra direção...
Que eu não caminhe sem rumo, que eu não me perca nas encruzilhadas, mas que eu não tema os que assaltam-me, os que embuçam, mas que eu vá onde devo ir e, se eu cair no meio do caminho, que fique a lembrança de minha queda para impedir que outros caiam no mesmo abismo...
Que eu chegue, sim, mas, ainda mais importante, que eu faça chegar quem me perguntar, quem me pedir conselho, e acima de tudo, me seguir, confiando em mim !
Que eu não me iluda com o ânimo e o vigor dos primeiros trechos, porque chegará o dia em que os pés não terão tanta força e se ferirão no caminho e se cansarão mais cedo...
Todavia, quando o cansaço houver, que eu não me desespere e acredite que ainda terei forças para continuar, principalmente quando houver quem me auxilie...
É oportuno que, em meus sorrisos, eu me lembre de que existem os que choram, que, assim, meu riso não ofenda a mágoa dos que sofrem: por outro lado, quando chegar a minha vez de chorar, que eu não me deixe dominar pela desesperança, mas que eu entenda o sentido do sofrimento, que me nivela, que me iguala, que torna todos os homens iguais...
Quando eu tiver tudo, farnel e coragem, água no cantil, e ânimo no coração, bota nos pés e chapéu na cabeça, e, assim, não temer o vento e o frio, a chuva e o tempo.
Que eu não me considere melhor do que aqueles que ficarão atrás, porque pode vir o dia em que nada terei mais para minha jornada e aqueles, que ultrapassei na caminhada, me alcançarão e também poderão fazer como eu fiz e nada de fato fazer por mim, que ficarei no caminho sem concluí-lo...
Quando o dia brilhar, que eu tenha vontade de ver a noite em que a caminhada será mais fácil e mais amena; quando for noite, porém e a escuridão tornar mais difícil a chegada, que eu saiba esperar o dia como aurora, o calor como bênção...
Que eu perceba que a caminhada sozinho pode ser mais rápida, mas muito mais vazia...Quando eu tiver sede, que encontre a fonte no caminho, quando eu me perder, que ache a indicação, a seta, a direção...
Que eu não siga os que desviam, mas que ninguém se desvie seguindo os meus passos...Que a pressa em chegar não me afaste da alegria de ver as flores simples que estão a beira da estrada, que eu não perturbe a caminhada de ninguém, que eu entenda que seguir faz bem, mas que, às vezes, é preciso ter-se a bravura de voltar atrás e recomeçar e tomar outra direção...
Que eu não caminhe sem rumo, que eu não me perca nas encruzilhadas, mas que eu não tema os que assaltam-me, os que embuçam, mas que eu vá onde devo ir e, se eu cair no meio do caminho, que fique a lembrança de minha queda para impedir que outros caiam no mesmo abismo...
Que eu chegue, sim, mas, ainda mais importante, que eu faça chegar quem me perguntar, quem me pedir conselho, e acima de tudo, me seguir, confiando em mim !
O DIA EM QUE FINALMENTE CHOREI
Eu não chorei quando soube que era mãe de uma criança mentalmente limitada. Apenas me sentei e não disse qualquer coisa quando meu marido e eu fomos informados que Kristi era - como suspeitávamos - deficiente mental.
- Vá em frente e chore. - O médico aconselhou amavelmente - Ajuda a prevenir sérias dificuldades emocionais.
Apesar das sérias dificuldades, eu não chorei nem durante os meses que se seguiram.
Quando Kristi estava com idade para ir à escola, sete anos, nós a matriculamos no jardim de infância da escola de nossa vizinhança. Eu poderia ter chorado no dia em que a deixei naquela sala cheia de seguras, ansiosas e espertas crianças de cinco anos. Kristi passava horas e horas brincando sozinha, mas naquele momento, quando era a criança "diferente" entre outras vinte, estava provavelmente mais solitária do que nunca.
Entretanto, coisas positivas começaram a acontecer para Kristi em sua escola, e para seus coleguinhas, também. Quando se gabavam de suas próprias realizações, os coleguinhas de Kristi sempre tinham prazer de elogia-la também:
- Kristi conseguiu soletrar direito todas as suas palavras hoje.
No segundo ano de Kristi na escola, enfrentou uma experiência traumática. Uma apresentação pública, finalizando o ano, que tinha uma apresentação musical e uma competição de atividades físicas. Kristi estava muito atrás em ambos, música e coordenação motora.
No dia da apresentação, Kristi fingiu estar doente. Desesperadamente eu quis mante-la em casa. Por que deixar Kristi falhar em um ginásio cheio de pais, de estudantes e professores? Que simples solução seria apenas deixar minha criança em casa. Certamente faltar a uma apresentação não podia importar. Mas minha consciência não me deixava sair desta situação assim tão facilmente. Então, eu praticamente enfiei uma pálida e relutante Kristi dentro do ônibus escolar e eu mesma é que passei a estar doente. Mas como eu havia forçado minha filha a ir à escola, agora eu me forçava a ir à tal apresentação.
Parecia que nunca chegava a hora do grupo de Kristi se apresentar. Quando finalmente vieram, eu descobri porque Kristi estava preocupada. Sua turma foi dividida em equipes. Com suas reações débeis, lentas e desajeitadas, certamente atrasaria a sua equipe.
O desempenho foi surpreendentemente bom, até que chegou a hora da corrida de sacos. Agora cada criança tinha que entrar em um saco, ir pulando dentro do saco até uma linha, voltar e sair do saco.
Eu observei Kristi parada atrás de sua equipe, olhando nervosa. Mas quando chegou a vez de Kristi, o menino mais alto da turma foi para trás de Kristi e colocou suas mãos em sua cintura. Outros dois meninos se abaixaram ao seu lado. Então, o menino mais alto levantou Kristi e os outros dois ajeitaram o saco. Uma menina segurou a mão de Kristi e a apoiou até que Kristi ganhasse equilíbrio. E então, ela foi pulando, sorrindo e orgulhosa.
Diante da torcida, do apoio e do entusiasmo dos professores, dos estudantes e dos pais, eu agradeci à Deus por aquelas pessoas amáveis e compreensivas que tornaram possível que minha inabilitada filha fosse um ser humano como seus companheiros.
Então, finalmente eu chorei.
- Vá em frente e chore. - O médico aconselhou amavelmente - Ajuda a prevenir sérias dificuldades emocionais.
Apesar das sérias dificuldades, eu não chorei nem durante os meses que se seguiram.
Quando Kristi estava com idade para ir à escola, sete anos, nós a matriculamos no jardim de infância da escola de nossa vizinhança. Eu poderia ter chorado no dia em que a deixei naquela sala cheia de seguras, ansiosas e espertas crianças de cinco anos. Kristi passava horas e horas brincando sozinha, mas naquele momento, quando era a criança "diferente" entre outras vinte, estava provavelmente mais solitária do que nunca.
Entretanto, coisas positivas começaram a acontecer para Kristi em sua escola, e para seus coleguinhas, também. Quando se gabavam de suas próprias realizações, os coleguinhas de Kristi sempre tinham prazer de elogia-la também:
- Kristi conseguiu soletrar direito todas as suas palavras hoje.
No segundo ano de Kristi na escola, enfrentou uma experiência traumática. Uma apresentação pública, finalizando o ano, que tinha uma apresentação musical e uma competição de atividades físicas. Kristi estava muito atrás em ambos, música e coordenação motora.
No dia da apresentação, Kristi fingiu estar doente. Desesperadamente eu quis mante-la em casa. Por que deixar Kristi falhar em um ginásio cheio de pais, de estudantes e professores? Que simples solução seria apenas deixar minha criança em casa. Certamente faltar a uma apresentação não podia importar. Mas minha consciência não me deixava sair desta situação assim tão facilmente. Então, eu praticamente enfiei uma pálida e relutante Kristi dentro do ônibus escolar e eu mesma é que passei a estar doente. Mas como eu havia forçado minha filha a ir à escola, agora eu me forçava a ir à tal apresentação.
Parecia que nunca chegava a hora do grupo de Kristi se apresentar. Quando finalmente vieram, eu descobri porque Kristi estava preocupada. Sua turma foi dividida em equipes. Com suas reações débeis, lentas e desajeitadas, certamente atrasaria a sua equipe.
O desempenho foi surpreendentemente bom, até que chegou a hora da corrida de sacos. Agora cada criança tinha que entrar em um saco, ir pulando dentro do saco até uma linha, voltar e sair do saco.
Eu observei Kristi parada atrás de sua equipe, olhando nervosa. Mas quando chegou a vez de Kristi, o menino mais alto da turma foi para trás de Kristi e colocou suas mãos em sua cintura. Outros dois meninos se abaixaram ao seu lado. Então, o menino mais alto levantou Kristi e os outros dois ajeitaram o saco. Uma menina segurou a mão de Kristi e a apoiou até que Kristi ganhasse equilíbrio. E então, ela foi pulando, sorrindo e orgulhosa.
Diante da torcida, do apoio e do entusiasmo dos professores, dos estudantes e dos pais, eu agradeci à Deus por aquelas pessoas amáveis e compreensivas que tornaram possível que minha inabilitada filha fosse um ser humano como seus companheiros.
Então, finalmente eu chorei.
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sábado, 12 de julho de 2008
CINCO MINUTOS
No parque, uma mulher sentou-se ao lado de um homem em um banco perto do playground.
- Aquele, logo ali, é meu filho. Ela disse, apontando para um pequeno menino usando um suéter vermelho e que deslizava no escorregador.
- Um bonito garoto. O homem respondeu e completou, - aquela usando vestido branco, pedalando sua bicicleta, é minha filha.
Então, olhando o relógio, o homem chamou a sua filha.
- Melissa, o que você acha de irmos?
E Melissa suplicou
- Mais cinco minutos, pai. Por favor. Só mais cinco minutos.
O homem concordou e Melissa continuou pedalando sua bicicleta, para alegria de seu coração.
Os minutos se passaram e o pai levantou-se e novamente chamou sua filha.
- Hora de ir agora?
Outra vez Melissa pediu,
- Mais cinco minutos, pai. Só mais cinco minutos.
O homem sorriu e disse,
- Está certo!
- O senhor é certamente um pai muito paciente, - a mulher comentou.
O homem sorriu e disse,
- O irmão mais velho de Melissa, Tommy, foi morto por um motorista bêbado no ano passado quando montava sua bicicleta perto daqui. Eu nunca passei muito tempo com Tommy e agora eu daria qualquer coisa por apenas mais cinco minutos com ele. Eu me prometi não cometer o mesmo erro com Melissa. Ela acha que tem mais cinco minutos para andar de bicicleta. Na verdade, eu é que tenho mais cinco minutos para vê-la brincar.
Em tudo na vida estabelecemos prioridades; que são as suas prioridades?
Dê a alguém que você ama mais cinco minutos de seu tempo hoje!
- Aquele, logo ali, é meu filho. Ela disse, apontando para um pequeno menino usando um suéter vermelho e que deslizava no escorregador.
- Um bonito garoto. O homem respondeu e completou, - aquela usando vestido branco, pedalando sua bicicleta, é minha filha.
Então, olhando o relógio, o homem chamou a sua filha.
- Melissa, o que você acha de irmos?
E Melissa suplicou
- Mais cinco minutos, pai. Por favor. Só mais cinco minutos.
O homem concordou e Melissa continuou pedalando sua bicicleta, para alegria de seu coração.
Os minutos se passaram e o pai levantou-se e novamente chamou sua filha.
- Hora de ir agora?
Outra vez Melissa pediu,
- Mais cinco minutos, pai. Só mais cinco minutos.
O homem sorriu e disse,
- Está certo!
- O senhor é certamente um pai muito paciente, - a mulher comentou.
O homem sorriu e disse,
- O irmão mais velho de Melissa, Tommy, foi morto por um motorista bêbado no ano passado quando montava sua bicicleta perto daqui. Eu nunca passei muito tempo com Tommy e agora eu daria qualquer coisa por apenas mais cinco minutos com ele. Eu me prometi não cometer o mesmo erro com Melissa. Ela acha que tem mais cinco minutos para andar de bicicleta. Na verdade, eu é que tenho mais cinco minutos para vê-la brincar.
Em tudo na vida estabelecemos prioridades; que são as suas prioridades?
Dê a alguém que você ama mais cinco minutos de seu tempo hoje!
Road Trippin' (Tradução) -Red Hot Chili Peppers
viagem alucinante com meus dois aliados favoritos
Bem carregados nós conseguimos lanches e material.
É hora de deixar esta cidade
É hora de retirar-se às escondidas
Vamos nos perder
Em qualquer lugar nos E.U.A
Vamos nos perder
Vamos nos perder
Azul você se senta tão bonito
Oeste de um
Clarões de luz com amarelo gelando
Só um espelho para o sol
Só um espelho para o sol
ó um espelho para o sol
Estes olhos sorridentes são só
um espelho para
Tanto como vem antes
daquelas batalhas perdidas e ganhas
Esta vida está brilhando muito mais ao sol
Agora vamos cheque nossas cabeças
E vamos conferindo a rebentação
Ficando no alto e seco
Mais dificuldade que ele vale a pena
Ao sol . .
Só um espelho para o sol
Só um espelho para o sol
Só um espelho para o sol
Estes olhos sorridentes são só um espelho para
No Big Grande Sur
nós tomamos algum tempo
para deixar rolar
Nós três obtivemos dedos de cobra
Agora vamos beber as estrelas
que é hora de retirar-se às escondidas
Vamos nos perder
Aqui mesmo nos E.U.A
Azul você se senta tão bonito
Clarões de luz com amarelo gelando
Só um espelho para o sol
Só um espelho para o sol
Só um espelho para o sol
Estes olhos sorridentes são como espelhos
Estes olhos sorridentes são como espelhos
Seus olhos sorridentes são como ...
Bem carregados nós conseguimos lanches e material.
É hora de deixar esta cidade
É hora de retirar-se às escondidas
Vamos nos perder
Em qualquer lugar nos E.U.A
Vamos nos perder
Vamos nos perder
Azul você se senta tão bonito
Oeste de um
Clarões de luz com amarelo gelando
Só um espelho para o sol
Só um espelho para o sol
ó um espelho para o sol
Estes olhos sorridentes são só
um espelho para
Tanto como vem antes
daquelas batalhas perdidas e ganhas
Esta vida está brilhando muito mais ao sol
Agora vamos cheque nossas cabeças
E vamos conferindo a rebentação
Ficando no alto e seco
Mais dificuldade que ele vale a pena
Ao sol . .
Só um espelho para o sol
Só um espelho para o sol
Só um espelho para o sol
Estes olhos sorridentes são só um espelho para
No Big Grande Sur
nós tomamos algum tempo
para deixar rolar
Nós três obtivemos dedos de cobra
Agora vamos beber as estrelas
que é hora de retirar-se às escondidas
Vamos nos perder
Aqui mesmo nos E.U.A
Azul você se senta tão bonito
Clarões de luz com amarelo gelando
Só um espelho para o sol
Só um espelho para o sol
Só um espelho para o sol
Estes olhos sorridentes são como espelhos
Estes olhos sorridentes são como espelhos
Seus olhos sorridentes são como ...
O coração morto
Hoje, noticiaram uma coisa deveras interessante: Morreu um coração! O seu dono permaneceu em pé, mas o coração simplesmente morreu. Intrigando legistas, cardiologistas e toda uma junta médica, um homem foi se examinar.
O coração parecia normal. Sem câncer, entupimento, mancha ou ventrículo trocado. Ele simplesmente parou. Foram feitos uma bateria enorme de exames, todos os dias, durantes meses, com todos fluídos possíveis e imagináveis do corpo humano. Depois de muito tentar a junta médica — de todos especialistas renomados do mundo- deixou o peito aberto, o coração exposto ao vento e perigos de infecção. Entretanto, não importava, já que havia morrido.
Depois de muito procurar ajuda — psicanálise homeopatia cirurgia cardiovascular desfibrilador macumba despacho Exu Ogum Diana Hércules Prozac e Lamivudina — o dono desse coração resolveu deixá-lo aberto à exposição, e tornou-se peça de um museu de horrores — pois era um corpo com fluxo normal e coração parado.
Pessoas vinham de todo canto do mundo, cada uma contendo a explicação e ninguém conseguia fazer aquele coração voltar. Vieram Pajens, Xamãs, o Papa, Inri Cristo, David Cooperfield, Blaine, magos com seus raios, trovões e poções! E nada disso acordava o empedrado coração.
Um dia, uma mulher quis tocá-lo. Uma pobre camponesa do Quênia, que havia vindo com seu Xamã pai, intercedeu pelo coração com um toque de indicador. O coração pareceu ter uma gota de cor diferente daquela cinzenta. Intrigado com a mudança, todos os que haviam passado pelo local, e o próprio dono que já adormecera há tempos, viraram sua atenção para a gota: ela parecia se expandir e começou a cobrir a superfície daquela pobre pedra, que um dia batera.
Aquela gota começou a expandir e buscar laterais, superfícies. Médicos do mundo inteiro correram para o local, intrigados com aquela melhora. Realizaram todos os procedimentos para a melhora do homem, e ficaram a segurar a pobre camponesa com suas mil perguntas, exames, máscaras anti-germes, lenços desinfetados e todas as armadilhas da ciência moderna.
Depois de estabilizado, saudável e caminhando, o homem que viveu no perjúrio da frieza encontrou com quem lhe devolveu a vida: ela estava numa sala para estudos, com tubos, sondas, agulhas, soníferos e todo tipo de relaxante. Ao vê-la, o homem começou a chorar, e não sabia o que fazer além de perguntar o que havia ocorrido.
Muito fraca, a pobre camponesa simplesmente respondeu: “Eu o amei! Por um segundo infinito, amei sua dureza.” E depois disso, dormiu. Um sono eterno, coberto com um manto branco.
Na lápide, a família da camponesa colocou: “A que ressuscitou um coração.”, e o homem — que já havia partido para os confins do mundo — escreveu embaixo “E sou grato por isso”.
O coração parecia normal. Sem câncer, entupimento, mancha ou ventrículo trocado. Ele simplesmente parou. Foram feitos uma bateria enorme de exames, todos os dias, durantes meses, com todos fluídos possíveis e imagináveis do corpo humano. Depois de muito tentar a junta médica — de todos especialistas renomados do mundo- deixou o peito aberto, o coração exposto ao vento e perigos de infecção. Entretanto, não importava, já que havia morrido.
Depois de muito procurar ajuda — psicanálise homeopatia cirurgia cardiovascular desfibrilador macumba despacho Exu Ogum Diana Hércules Prozac e Lamivudina — o dono desse coração resolveu deixá-lo aberto à exposição, e tornou-se peça de um museu de horrores — pois era um corpo com fluxo normal e coração parado.
Pessoas vinham de todo canto do mundo, cada uma contendo a explicação e ninguém conseguia fazer aquele coração voltar. Vieram Pajens, Xamãs, o Papa, Inri Cristo, David Cooperfield, Blaine, magos com seus raios, trovões e poções! E nada disso acordava o empedrado coração.
Um dia, uma mulher quis tocá-lo. Uma pobre camponesa do Quênia, que havia vindo com seu Xamã pai, intercedeu pelo coração com um toque de indicador. O coração pareceu ter uma gota de cor diferente daquela cinzenta. Intrigado com a mudança, todos os que haviam passado pelo local, e o próprio dono que já adormecera há tempos, viraram sua atenção para a gota: ela parecia se expandir e começou a cobrir a superfície daquela pobre pedra, que um dia batera.
Aquela gota começou a expandir e buscar laterais, superfícies. Médicos do mundo inteiro correram para o local, intrigados com aquela melhora. Realizaram todos os procedimentos para a melhora do homem, e ficaram a segurar a pobre camponesa com suas mil perguntas, exames, máscaras anti-germes, lenços desinfetados e todas as armadilhas da ciência moderna.
Depois de estabilizado, saudável e caminhando, o homem que viveu no perjúrio da frieza encontrou com quem lhe devolveu a vida: ela estava numa sala para estudos, com tubos, sondas, agulhas, soníferos e todo tipo de relaxante. Ao vê-la, o homem começou a chorar, e não sabia o que fazer além de perguntar o que havia ocorrido.
Muito fraca, a pobre camponesa simplesmente respondeu: “Eu o amei! Por um segundo infinito, amei sua dureza.” E depois disso, dormiu. Um sono eterno, coberto com um manto branco.
Na lápide, a família da camponesa colocou: “A que ressuscitou um coração.”, e o homem — que já havia partido para os confins do mundo — escreveu embaixo “E sou grato por isso”.
(Fabio Bocchi)
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quinta-feira, 10 de julho de 2008
APRENDI
Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência, para que a vida faça o resto. Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim, tem gente que não dá a mínima e eu jamais conseguirei convencê-las. Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos. Que posso usar meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando. Eu aprendi... Que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida. Que por mais que se corte um pão em fatias, esse pão continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho. Aprendi... Que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência. Mas, aprendi também, que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei. Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles. Que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sentem. Aprendi que perdoar exige muita prática. Que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso. Aprendi... Que nos momentos mais difíceis a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas. Aprendi que posso ficar furioso, tenho direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel. Que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis, pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso. Eu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, que eu tenho que me acostumar com isso. Que não é o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro. Aprendi que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso. Eu aprendi... Que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto. Aprendi que numa briga eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando não quero me envolver. Que, quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem. Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles vão se machucar e eu também. Isso faz parte da vida. Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes. Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio. Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério. E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos. Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos retê-las para sempre. Aprendi, afinal, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.
(Charles Chaplin)
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terça-feira, 8 de julho de 2008
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